Quando Nadia saiu em busca de um forno maior, não imaginava que acabaria fazendo objetos de design, e muito menos que o trabalho “desembocaria” em um Projeto de Inclusão Social.
No contato com os funcionários da Parapuan pôde perceber que o trabalho abriu horizontes, aguçou a criatividade das pessoas, possibilitou que a matéria prima e os meios de produção ganhassem novo sentido. “As manilhas passaram a ser tubos comunicantes” e “Deixaram de ser um peso a ser carregado para carregar os sonhos de cada um e de todos nós”.
Nadia Saad compreende o projeto como uma mobilização social, na presença e na rotina de seus funcionários.
Sempre sita um verso de Yoko Ono, que John Lenon e Raul Seixas cantavam:
“Um sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só.
“Um sonho sonhado por muitos é realidade”.
Texto copilado e editado por Matheus da Costa.